Ano letivo 2017/2018

As nossas experiências...

As cores primárias:



O Amarelo, o Azul Ciano e o Vermelho Magenta, são as cores primárias. Por serem cores puras, que não derivam da mistura de outras cores.

Sólidos geométricos...

O DODECAEDRO - é um sólido Platónico (porque é formado por lados e ângulos todos iguais)

Curiosidade:
Platão associou o Dodecaedro ao Universo; o Cubo à Terra; o Tetraedo ao Fogo; o Octaedro ao Ar e o Icosaedro à Água.

Estes são alguns dos exemplos de sólidos que conseguimos construir com os polidrons:

Viva o São Martinho...

Castanhas quentinhas,
Que boas que são,
Cuidado meninos,
Não queimem a mão.

Reconto: "A rã Felisbela"

Era uma vez uma rã chamada Felisbela. Chamada é como quem diz… Ela é que escolheu o seu nome Felisbela. Escolheu esse nome porque era feliz e também era bela, daí Felisbela.
Ela estava num lago mas ninguém olhava para ela e por isso ela pensou: “tenho de ir para o jardim zoológico, lá muitas pessoas me vão ver”.
E assim fez ela, saltou e foi parar à jaula do hipopótamo. Ela pegou na tabuleta que dizia hipopótamo, virou-a e escreveu: “ rã Felisbela da família dos batráquios”.
Mas o hipopótamo disse:
- Tu és tão pequena, ninguém te vai ver, vão é olhar para mim.
Ela saltou de lá rapidamente para a jaula de um crocodilo e ele disse:
- Vai-te embora, aqui a água está gelada, era muito melhor quando eu estava em África! - ao dizer isto chorava.
Ela ficou comovida com as lágrimas do crocodilo e saltou para a jaula de uma serpente e perguntou:
- Como é que te chamas? Porque é que faz tanto calor aqui? - e a cobra sem responder, porque a estava a encantar, continuou a olhar para ela.
A rã como era esperta, saltou de lá para fora e foi parar ao bolso do António Torrado, um escritor de contos infantis.
António levou a rã para sua casa e meteu a rã Felisbela no tanque, e também fez uma tabuleta com o seu nome – “rã Felisbela da família dos batráquios” e assim a rã realizou o seu desejo, porque António Torrado a via sempre.
Plim, Plim, Plim a história chegou ao fim.

Jaime e Mariana L.

Reconto: "A rã Felisbela"

Era uma vez uma rã chamada Felisbela. Chamada como quem diz, ela é que deu o nome a si própria. A rã Felisbela era vaidosa e muito educada.
Por ser muito vaidosa, ela queria que todas as pessoas olhassem para ela, mas ninguém olhava: “Mas porque é que ninguém olha para mim?”
Então ela pensou durante muito tempo e encontrou a melhor solução, segundo o ponto de vista dela, que era ir para o jardim zoológico.
E lá foi, de salto em salto. Finalmente chegou e a primeira coisa que fez foi virar a tabuleta que dizia hipopótamo, e nas costas da tabuleta escreveu “rã Felisbela, da família dos batráquios”. Depois saltou para um charco e foi parar em cima do nariz do hipopótamo. O hipopótamo acordou e exclamou:
- Uma rã!
- Rã não, mas sim Felisbela – disse ela toda emproada.
O hipopótamo ficou muito confuso e a rã Felisbela interrompeu o seu pensamento:
- Desculpe meu caro senhor, mas este não é o seu tanque, não vê o que está escrito na tabuleta?! “Rã Felisbela, da família dos batráquios”
- Está enganada, não pode ficar aqui, este charco é grande de mais para si, e além disso eu sou grande e você é pequena. – disse o hipopótamo.
A rã Felisbela, depois de um momento de reflexão, chegou à conclusão que aquele não era o seu lugar e saltou para outro charco. Neste estava um crocodilo:
- O que estás a fazer aqui? - perguntou o crocodilo.
- Boa tarde, eu estou a exibir os meus dotes, mas ninguém olha para mim, por isso vim para aqui. – disse a rã Felisbela.
- Então digo-te que estas águas são muito frias e eu adorava sair daqui e ir para as águas quentes de África. – Disse o crocodilo com uma lágrima no canto do olho.
A rã Felisbela, fingindo não ter ficado comovida, saltou imediatamente para longe do crocodilo, e foi parar à jaula de uma cobra. A cobra assim que viu a rã Felisbela, começou a tentar hipnotizá-la, a rã quase adormeceu, mas de repente virou a cara, ganhou forças e saltou para um bolso de um homem que ali passava. Esse homem era o António Torrado, um escritor de contos infantis.
Quando chegou a casa, ele encontrou-a no seu bolso e com toda a sua atenção ouviu o que a rã Felisbela tinha para lhe contar. Um dos pedidos que a rã fez a António Torrado, foi pedir-lhe para ele escrever uma carta ao diretor do jardim zoológico, para que libertassem o crocodilo e o levassem para África e que a deixassem ficar no lugar dele. Mas até hoje ninguém respondeu, por isso a rã Felisbela vive dentro de um tanque na casa do António.
No tanque, António colocou uma ilha no meio e uma tabuleta que dizia: “rã Felisbela (batráquio) ”. Mas os outros animais da casa, o gato, o periquito e o cágado também quiseram tabuletas e o António Torrado fez tabuletas para todos. E assim viveram felizes para sempre.



Duarte e Ricardo