Ano letivo 2017/2018

Galinha Poedeira...

A vida de uma galinha poedeira, tem muito que se lhe diga! Desde o seu nascimento ou aparecimento neste mundo, depois de bicar por dentro a casca de um lindo ovo que a sua mãe chocou, até à hora em que pela primeira vez sentiu que ela própria ia ser mãe, quantas aventuras, quantas descobertas, quantos sustos e medos, quantos sonhos, quanta sabedoria vai debicando por aqui, por ali e por além, sempre saboreando com gosto o tempo da sua vida! O seu primeiro ovo e o último da sua vida como galinha poedeira é este:
Vamos comparar com os ovos que foi pondo durante a sua vida:
(Autores: Leandro e Duarte)
Curiosidade: O sistema de criação das galinhas poedeiras diretamente nos ovos. O sistema de criação de galinhas poedeiras é identificado com um dígito: 0 – modo de criação biológico 1 – ar livre 2 - solo 3 – gaiola

As nossas experiências...

As reacções: Água + Óleo = 2 camadas distintas (o óleo flutua porque é menos denso que a água e além disso estes dois líquidos não se misturam – são imiscíveis). Para podermos observar o que acontece quando colocarmos o sal sobre o óleo, utilizámos umas gotas de corante alimentar.
Depois deixamos cair delicadamente algumas pedras de sal sobre as gotas de corante e estas rebentam (dando cor ao óleo). O sal como é mais pesado que a água, afunda e leva consigo gotas de óleo com o corante (e faz o efeito que se observa na fotografia), quando o sal dissolve na água liberta o óleo e este volta para o topo da água. (esta experiência faz-nos lembrar os candeeiros de lava)

As nossas experiências...

A garrafa furada: Com um prego quente (o alicate segura o prego e a chama do isqueiro aquece a ponta do prego) fazemos 6 furos no fundo da garrafa. Depois colocamos água numa bacia (quase cheia), de seguida segurando na vertical a garrafa, sem tampa, metemos dentro de água (esta começa automaticamente a encher até ficar ao mesmo nível da água no exterior). Tapa-se a garrafa e retira-se a garrafa da bacia, e magia… a água não sai pelos furos.
Quando tiramos a tampa a água sai imediatamente pelos furos. Porquê? Porque a pressão fora da garrafa (pressão atmosférica) empurra a água e esta sai pelos furos. Quando a garrafa tem tampa a pressão existente dentro da garrafa é menor que a pressão fora da garrafa, é por isso que com tampa a água não sai.

O Livro...

Os livros acompanham-nos durante toda a nossa vida. Os livros são nossos amigos. Encantamo-nos com os desenhos, quando ainda não sabemos ler nem escrever, aprendemos e divertimo-nos com eles.

O Dia da Mãe...

O Dia da mãe é atualmente comemorado no primeiro Domingo de Maio. A comemoração deste dia já vem dos tempos da Grécia Antiga e Roma. Os romanos festejavam o Dia da Mãe em honra a Cybele, a mãe dos seus deuses, enquanto os gregos o celebravam em honra de Rhea, mãe dos seus deuses e mulher de Cronos.
O objetivo deste dia é dar mais atenção à importância das mães, pensar nelas, conversar, oferecer presentes e descobrir novas maneiras de lhes dar felicidade!
Esta era a prenda (UM AMOR-PERFEITO) que queríamos oferecer às nossas queridas Mães, mas as plantações não correram muito bem, por isso com muito amor e carinho preparámos a seguinte prendinha:
“Pergunta-se a uma criança onde é a sua casa e ela responde: “É onde está a minha mãe!”

As nossas experiências...

O Pão Saltitão:
(Água com gás num copo + bolinhas de pão) espera-se um pouco e… = Pão Saltitão. As bolinhas de pão vão ao fundo e assim que lá chegam voltam para cima. Porquê? A água com gás contém Dióxido de Carbono (CO2), é este gás que transporta as bolinhas de pão até à superfície, quando aqui chegam as bolhas de gás rebentam, logo a densidade do pão torna-se maior do que a água e por isso vai ao fundo (este ciclo repete-se até o gás acabar)

As nossas experiências...

A Espuma da Cerveja:
Quando se coloca cerveja num copo faz espuma. Mas ao fim de algum tempo a espuma desaparece (perde o gás). Como podemos criar espuma de novo? R: Deitamos sal sobre a cerveja, e Magia!!! Quando deitamos o sal na cerveja provocamos o aparecimento de um grande número de novas moléculas de dióxido de carbono (CO2) o que permite a formação de bolhas de gás (espuma).